Região Metropolitana de Campinas



Área Territorial
Os 20 municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC) ocupam uma área de 3.647 km², e formam a nona maior região metropolitana do país. A área corresponde a 0,04% do território nacional e 1,47% do território paulista.

Demografia
População: 2.783.303 habitantes, segundo dados do censo de 2010, o que corresponde a 1,40% da população nacional e a 6,3% da estadual. Desse total, Campinas abriga 39,5%. Sumaré, Americana e Santa Bárbara d’Oeste têm, cada uma, mais de 170 mil habitantes. Em Holambra, Morumgaba e Engenheiro Coelho vivem em média 10 mil pessoas.

Aspectos Econômicos
Nos últimos anos, a RMC vem ocupando e consolidando uma importante posição econômica nos níveis estadual e nacional. Essa área, contígua à Região Metropolitana de São Paulo, comporta um parque industrial moderno, diversificado e composto por segmentos de natureza complementar. Possui uma estrutura agrícola e agroindustrial bastante significativa e desempenha atividades terciárias de expressiva especialização.

Destaca-se ainda pela presença de centros inovadores no campo das pesquisas científica e tecnológica, bem como do Aeroporto de Viracopos, localizado no município de Campinas, o segundo maior do País. Viracopos registra um fluxo anual de cargas embarcadas e desembarcadas em vôos internacionais de cerca de 154 mil toneladas. De cada três toneladas de mercadorias exportadas e importadas, uma passa por Viracopos, que, juntamente com os Aeroportos de Guarulhos e do Rio de Janeiro, respondem por 93% do fluxo anual de cargas do país.

Aspectos Urbanos
A malha viária permitiu uma densa ocupação urbana, organizada em torno de algumas cidades de portes médio e grande, revelando processos de conurbação já consolidados ou emergentes.

As especificidades dos processos de urbanização e industrialização ocorridos na RMC provocaram mudanças muito visíveis na vida das cidades. De um lado, acarretaram desequilíbrios de natureza ambiental e deficiências nos serviços básicos. De outro, geraram grandes potencialidades e oportunidades em função da base produtiva (atividades modernas, centro de tecnologia de ponta, etc).

Nesse cenário, cidades médias passaram a conviver com problemas típicos de cidades grandes. A proliferação de favelas, violência e pobreza urbana revelam um padrão de crescimento bastante perverso, que aprofunda as desigualdades sociais.

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